Os 30 não são os novos 20!

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Hoje em dia, com o pessoal a estudar na Universidade, a casar mais tarde e a ter filhos mais tarde do que os nossos pais e avós e com a esperança média de vida a aumentar, ouve-se frequentemente dizer que "os 30 são os novos 20", mas segundo Meg Jay isso não é verdade.

Um vídeo que, para mim que estou na casa dos 20 (arredondando para baixo), me inspirou e ajudou a analisar melhor a minha vida e o meu percurso profissional e amoroso. Acho que estou num bom caminho e ainda tenho, pelo menos, cinco anos pela frente até aos 30 :)

Vejam que vale a pena!





Source: TED Talks - vejam link aqui.

Quando eu digo que vamos ultrapassar esta crise...

quarta-feira, 29 de maio de 2013


Literatura de caixote do lixo #1

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Da mesma maneira que existem livros que nos cativam e apaixonam, também existem livros que, por acaso ou mera falta de sorte, acabamos por ler e nos dão volta ao estômago.

Um desses livros, que eu acabei por ler (mas não acabei, admito!), foi o 50 Shades of Grey. Em minha defesa, o que me levou a ler o livro foi mera curiosidade. Isto porque o mural do Pinterest, há uns tempos, andava a ser atacado por pins de milhares de mulheres a sugerirem o livro. E eu pensei..."bem, se esta gente toda diz que o livro é bom, não custa ir lá cuscar". 
E foi o que fiz...e digo-vos...o livro é péssimo em todos os sentidos. Uma autêntica bosta narrativa que é uma ofensa intitular como literária. E quando soube que aquela trampa não acabava ali, mas era uma trilogia (deve estar na moda fazer trilogias), decidi que preferia encher-me de formigas a ler os outros dois volumes. Claro que, mesmo não lendo, vou acabar por saber o que se vai passar porque a internet vai-me impedir de ficar no escuro. Mas aposto que os outros livros vão ser sobre duas coisas: porrada (na mulher) e sexo submisso e à bruta. Dois ingredientes essenciais para qualquer obra prima literária.



Ora, lembrei-me de fazer este post porque ontem, quando o homem voltou de viagem, mostrou-me uns vídeos no youtube de um brasileiro que faz paródia e critica coisas em geral, sempre de forma muito inteligente, e uma delas foi, exactamente, este livro.

Eu teria muita coisa a dizer a propósito de 50 Shades of Grey, a começar por a Anastasia Steel (a personagem principal) ser um dos maiores exemplos do que uma mulher NÃO deve ser e eu, como uma mulher culta e independente que sou (sim!), ofende-me que outra mulher (a autora) venha estereotipar as mulheres deste mundo como seres fracos, manipuláveis, burros, complexados, inseguros, etc, etc! Basicamente, tudo o que seja inseguranças, a autora espetou no livro e transfigurou na personagem da Anastasia. Uma vergonha para todas as mulheres deste mundo. 
Já para não falar do conteúdo claramente pornográfico e sadomasoquista do livro, sem qualquer enredo lógico e que, por espanto, não é considerado um livro para adultos ou pornográfico. Qualquer dia ainda temos esta bosta na lista de livros sugeridos para contratos de leitura nas escolas públicas do país. Se esse dia alguma vez chegar, e eu tiver conhecimento, acho que vou finalmente considerar seriamente a hipótese de emigrar.

Bem, mas como vos disse, muito há a dizer desta bosta de livro, mas até agora, não conheço ninguém que o tenha feito melhor do que o Filipe Neto do Não faz sentido. Assim, e subscrevendo inteiramente o que ele diz (Palminhas para ele sff!), fica o vídeo (eu sei que é longo, mas vale a pena):



Depois disto só tenho a dizer...não comprem o livro, e caso já o tenham feito (todos cometem erros na vida)...queimem-no! É bem pior que todos os livros do Nicholas Sparks juntos e eu nunca imaginei dizer isto!

Mal posso esperar...

quarta-feira, 29 de maio de 2013


É bom saber que o frio continua pelo Verão. Obrigada Arrefecimento Global! Mais um bocadinho e estamos perante a Nova Era do Gelo...nice!

Love Quote

quarta-feira, 29 de maio de 2013


Big Butts

domingo, 26 de maio de 2013

Segundo um estudo da Universidade de Oxford, ter um rabo grande faz bem à saúde. Basicamente, as mulheres que armazenam mais gordura na zona do rabo, ancas e coxas têm menos probabilidades de ter doenças cardíacas ou diabetes do que aquelas que armazenam gordura na barriga. 

Sendo que sou uma dessas mulheres cuja gordura não sobe ao primeiro andar e decide ficar em coma na zona do rabo, ancas e coxas, não posso deixar de ficar um pouquinho aliviada com esta notícia. Afinal, o que queremos é ser saudáveis. O resto logo se vê.

Porém, não quero com isso dizer que adoro a minha gordura! NO! Aliás, sempre me queixei das minhas curvas mais volumosas, mas com o passar do tempo acabei por aceitar e aprender a gostar (ou tolerar...vá!). Afinal, se não os podes vencer, junta-te a eles! 
C`est la vie! Nasci assim e hoje sou uma espécie de Beyoncé quando está no terceiro trimestre de gravidez, mas não se pode ter tudo. Só me resta ginasticar a coisa para ganhar músculo e não ficar flácida. 

O bom desta notícia é que, afinal, parece que ter um rabo grande não é assim tão mau. Atenção que falo de rabos mais voluptuosos estilo Kim Kardashian e não rabos gigantescos tipo o da mãe da Honey Boo Boo. Isso aí é, simplesmente, assustador.

Bem, mas para além da parte médica da coisa, existem outros motivos de orgulho para as buttzillas deste mundo. Ora vejam e sorriam:
















:)

Vitória, Vitória, Vitória!

domingo, 26 de maio de 2013

Eu não costumo ligar um caracol a futebol, mas hoje é diferente.

Hoje, o Vitória de Guimarães ganhou a primeira Taça de Portugal! É um dia importante e eu estava a torcer, de coração, por eles.

O meu clube favorito continua a ser o Sporting, mas o Vitória é o meu segundo clube. Isto porque Guimarães é a minha segunda cidade favorita do país, não só porque os meus avós maternos são de lá, como desde pequena que visito regularmente a cidade e já conheço os cantos à casa e algumas das minhas memórias de infância mais felizes foram lá feitas.

Em suma, Parabéns Vitória! Mereceram ganhar a taça!

Para os benfiquistas, onde se inclui o meu homem, só tenho a dizer: Limpinho, limpinho, limpinho!


I`ll have what she`s having

domingo, 26 de maio de 2013
























Source: Pinterest

Despedidas

domingo, 26 de maio de 2013

Hoje o meu homem foi para Milão em trabalho, deixando-me sozinha. O que vale é que volta terça-feira à noite, por isso a separação é curta. 

Mas mesmo quando é pouco tempo, sempre que o levo ao aeroporto e me despeço, fico com o coração apertado como se ele tivesse a embarcar para o Iraque e não o voltasse a ver nos próximos seis meses. 

No fundo, detesto despedidas! Mesmo que seja por pouco tempo, detesto a sensação de não poder estar fisicamente com aquela pessoa que gosto e ter de gerir horários para contactos e etc.

Além disso, estou com inveja que o homem ande a laurear a pevide enquanto eu fico em terras lusas a queimar a pestana. Just kidding!
O homem foi em trabalho e até não ia muito feliz por viajar sozinho. Também não ajuda o facto de já ter estado várias vezes em Milão e não ter ficado muito impressionado. Citando-o quando se refere a esta cidade, "tirando a Praça do Duomo e o jardim, parece que estamos no Cacém". Nice! Fico com vontade de nunca lá ir.

Enfim...volta depressa que eu, tal qual uma Penélope, estou à tua espera. Miss you!

Duomo Milão. Source: Pinterest

Boas notícias!!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

A péssima série 90210 que passa na Fox Life vai acabar e a 5ª temporada é a última! YEEEEEE!!!



Eu admito que ainda via a série com alguma regularidade até à 2ª temporada e picos. Depois comecei a achar aquilo demasiado light e previsível e abandonei. E foi o que fiz de melhor.

A personagem principal, a Annie, além de péssima actriz, é um ser irritante e enjoado que teve mais namorados num mês do que a Taylor Swift num ano! Além disso, está sempre em perigo e a chorar e precisa de um homem que a salve e muda de sentimentos como quem muda de cuecas. Uma vergonha de mulher! Get a grip girl!

No...you suck!

ahahah! Isto parece tão falso!!!


A outra que não suporto é a Silver...leva a mal tudo o que lhe fazem e é sempre uma vítima, mas esquece-se que traiu uma das melhores amigas com o namorado dela e depois fez-se de ofendida quando a amiga se tentou vingar! Pasme-se! 

Quase tão boa actriz como a Kristen Stewart

E depois naquele circulo de amigos mais próximos, já todos andaram embrulhados uns com os outros...que nojo! Já para não falar da enxurrada de clichés que aquela gente espeta na série, tornando-a ainda mais ridícula!

OMG! Já li isto algures na Tv7dias!

Exactamente o que eu penso quando vejo cenas destas!

Silver, a sábia!


Graças a Deus que a treta da série vai acabar e desocupar horário na Fox Life para séries de jeito! Obrigadinha a todos os que tornaram este momento possível, um bem-haja a todos!

Com o calor a chegar...

quarta-feira, 22 de maio de 2013



Agradecida!

Domingo foi dia de cinema!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Hello, hello, hello!! Domingo foi dia de cinema e fui ver com o homem - advinhem - The Great Gatsby! Tchan tchan tchan tchannnnnnnn!!!

Bem, eu já tinha lido o livro, de autoria de F. Scott Fitzgerald, há alguns anos e visto o filme na versão de 1974, com o Robert Redford e a  (irritante) Mia Farrow.

Versão de 1974 com Mia Farrow e Robert Redford

Mas estava em pulgas para ver esta nova versão (e quarta adaptação do clássico literário ao cinema) do realizador Baz Luhrmann (realizador de Romeu e Julieta e Moulin Rouge), mais pelo Leonardo DiCaprio do que pelo resto, admito!



Para quem não conhece a história, tudo é narrado pela boca de Nick Carraway (Tobey Maguire aka Spiderman), um aspirante a escritor, que troca o Oeste por Nova Iorque, em 1922, em busca do "American Dream". Chegado à Big Apple, instala-se numa pequena e modesta casa, tornando-se vizinho do misterioso Jay Gatbsy (Leonardo DiCaprio), o milionário de quem todos falam e opinam, mas ninguém conhece verdadeiramente. Isto porque, Gatsby é conhecido pelas suas famosas festas, na sua casa, mas também é conhecido (ou melhor dizendo, desconhecido), por nunca comparecer às mesmas. Daí, a maioria das pessoas que aparecem nas suas festas, não terem sido convidadas pessoalmente pelo anfitrião, nem nunca o terem visto, desconhecendo de quem se trata, por completo.

Nick é primo de Daisy Buchanan (Carey Mulligan), que também mora em Nova Iorque e é casada com o mulherengo Tom Buchanan (Joel Edgerton). E é com o recente convívio familiar com a sua prima, que Nick descobre que o seu marido a trai com a mulher do mecânico - Myrtle (Isla Fisher) -, sem qualquer pingo de remorso e que o casamento de contos de fadas da prima não passa de uma completa e triste fachada. Nick entra no mundo do cunhado e apercebe-se da podridão humana que vive em Nova Iorque, da moral decadente e da vida de excessos que todos levam, mas acaba por ficar cativo das ilusões que este novo mundo dos ricos e extravagantes lhe proporcionam.

Um dia, é pessoalmente convidado pelo seu vizinho Jay Gatsby, para uma das suas famosas festas, na sua casa. Nick estranha o convite, mas comparece e fica impressionado com a exuberância e riqueza da festa. É aí que, pela primeira vez, conhece Gatsby.





Não é dificil perceber que Nick acha Gatsby uma personagem curiosa e misteriosa e que, no fundo, não sabe nada dele, excepto os rumores que correm sobre ele. Mas começa a conhecê-lo, até que descobre o verdadeiro motivo pelo qual Gatsby se aproximou dele: reencontrar-se com Daisy.


Nick descobre que Gatsby foi, outrora, (e)namorado de Daisy e que, desde então (ter-se-iam passado cinco anos), nunca mais a vira, apesar de continuar a amá-la. Também este afastamento de Gatsby, por cinco anos, faz-nos perceber melhor a sua personalidade e o seu sonho.

Ora, Jay Gatsby nasceu pobre e conheceu Daisy quando estava na tropa, mas não tinha, à altura, dinheiro para se casar com ela, especialmente tendo em conta que Daisy vinha de uma família com dinheiro (daí ter casado com Tom Buchanan, um dos homens mais ricos da zona). Assim, Gatsby afastou-se, pedindo a Daisy que esperasse por si, para voltar milionário e digno de ser seu marido. O que ela não fez, e acabou por casar com Tom.

Mas depois acabam por se reencontrar, e Gatsby, iludido, pretende recuperar os anos perdidos e "voltar ao passado", apagando a história de Daisy com Tom, torná-la sua mulher e trazê-la para a sua casa luxuosa, como sempre sonhou. Assim, por uns tempos, eles revivem o seu amor e Gatsby acredita que, finalmente, vai ser feliz com Daisy a seu lado.




Fazem um par fofo!


Durante o filme, Gatsby diz a Nick que desde o momento em que beijou Daisy pela primeira vez, há cinco anos, que se sentia casado com ela e que imaginava todo um futuro e uma vida em conjunto com ela. Daí, todo o seu esforço em enriquecer, ainda que não das formas mais legais.

Sem querer armar-me em critica de cinema, porque não o sou, mas como mera espectadora e conhecedora da obra, acho que esta versão do filme foi fiel à obra, não só nos diálogos, como no desenrolar da história e nos cenários, ainda que totalmente adaptados à visão espectacular e um bocado de cabaret de Baz Lurhmann.

Falando em pontos altos e baixos do filme, e começando pelos últimos, acho que o filme pecou em não ter desenvolvido mais a personagem da Myrtle (a amante do Tom), nem nunca ter feito aparecer a filha da Daisy. Também acho que o Gatbsy de Leonardo DiCaprio é um pouco mais "tolo" e emocional que a versão de Robert Redford, mas não é necessariamente mau, pois mostra um Gatsby mais humano, menos falso e virado para as aparências e sempre com "pinta".



Quanto aos pontos altos, acho que, em geral, tudo é positivo no filme. Gostei dos cenários, da adaptação das personagens, da banda sonora, etc. Para quem já gostou da versão do Romeu e Julieta e do Moulin Rouge, não fica desiludido com esta versão do Grande Gatsby.

Uma das coisas que me espantou, pela positiva, foi não ter odiado de morte a Daisy. Na versão anterior ficamos com vontade ir lá dar-lhe uma sova de tão mimada, irritante e estúpida que o raio da mulher é. Mas nesta versão, ainda que continue a ser uma personagem mimada, egoísta  irritante e volátil, pareceu-me mais compreensível, se é que me faço entender. 

Acho que esta versão é, em si, muito mais romântica. Primeiro porque ninguém consegue ficar indiferente às constantes declarações de amor de Gatsby a Daisy, à maneira como ele olha para ela e a trata bem e faz tudo para a agradar. Mas principalmente porque, no fundo, Gatsby tornou-se no que era, fez tudo aquilo que fez - os negócios, as festas, aproximar-se de Nick, comprar aquela casa gigante, etc - tudo foi feito a pensar em Daisy e naquele ideal de vida que ele sonhava para os dois.



É triste ver como, no fim, só ele é que amava verdadeiramente e ela só queria saber do que lhe era mais confortável e proveitoso, numa total indiferença para com o amor de Gatsby. É por isto que, para mim, é impossível gostar da Daisy.

É ainda mais triste ver como Gatsby, já milionário e a lutar pelo seu amor, continuava a sentir-se inferiorizado por ter sido, um dia, pobre. Foi para ocultar o seu passado desfavorecido que ele deixou que se criasse todo aquele mistério à sua volta, e espalhava uma versão falsa da sua vida para que os outros não descobrissem as suas origens humildes e o descredibilizassem (como Tom fez).

Porém, no fim, ele conta toda a verdade a Nick que, por sua vez, por ter testemunhado em primeira mão a vida da prima com o marido, as infidelidades deste com Myrtle e outras e, posteriormente, o amor de Gatsby por Daisy, consegue ver que, no meio daquela gente toda, Gatsby é a maior vítima, por ser o maior sonhador e o maior optimista e esperançoso de todos.

O famoso carro amarelo de Gatsby

Numa das cenas finais do filme, Nick diz a Gatsby que ele vale mais do que todos os outros juntos, e é verdade. É de partir o coração ver como toda a história acaba, numa injustiça abafada por uma indiferença egoísta que enoja todos os que a conhecem.

Apesar de todas as críticas - boas e más - que o filme tem tido, eu gostei muito. Gostei da interpretação do DiCaprio e até do Nick do Tobey Maguire (apesar da voz de bêbedo dele  continuar a irritar-me). 


É uma versão fiel ao livro e aos outros filmes do realizador e traz mais pormenores à história que me pareciam essenciais para perceber melhor a dimensão e evolução das personagens. Peca, como já disse, por passar algumas personagens relevantes, como a Myrtle, quase a figurantes, mas até percebo o objectivo.

De qualquer forma, o filme vale a pena ser visto, no cinema ou em casa quando sair o DVD, e a banda sonora não desilude, apesar de dispensar as musiquitas do Jay-Z e afins. Vale a pena ouvir a Lana Del Rey, Florence and the Machine e Jack White numa versão brilhante do Love is Blindness dos U2!

Lana del Rey - Young and Beautiful

Jack White - Love is Blindness

E quem já viu o filme, o que achou? Contem-me tudo! Para os que não viram, fica aqui o trailer:



Loved it!
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